Collor

Eu gosto do Collor. Além de ele ter acabado com a política internacional mais idiota do século 20, a reserva de mercado, ele ainda tomou uma atitude no campo da política econômica que é tão tiro-no-pé que nenhum político teria coragem de fazer, e por isso tendo a acreditar que tinha gente no governo que acreditava sinceramente naquela coisa toda da poupança. ALGUÉM QUERIA RESOLVER O PROBLEMA DA INFLAÇÃO, MESMO COM AS PIORES IDÉIAS. O governo anterior só fez congelar preços, indexar salários e carimbar zeros nas notas.

O cara é corajoso.

Mas muita gente não gosta dele. E para os que não gostam, segue aí o discurso de recepção do Senador Sérgio Zambiasi, futuro provável Governador do RS, quando Collor voltou à vida política nacional e assumiu a cadeira no senado em 2007.

O Sr. Sérgio Zambiasi (Bloco/PTB ¿ RS) ¿ Senador, Presidente Collor, V. Exª me permite um aparte?
O SR. FERNANDO COLLOR (Bloco/PTB ¿ AL) ¿ V. Exª tem o aparte, Senador.
O Sr. Sérgio Zambiasi (Bloco/PTB ¿ RS) ¿ São raros, realmente muito raros, os momentos em que esta Casa pára. Na contagem do Senador Roriz, até o momento em que S. Exª, com sua emoção e veemência, manifestou-se, duas horas e trinta e quatro minutos; agora, já se vão mais de três horas, Senador Roriz, três horas e dez minutos. E não é apenas esta Casa, Senador Collor: com certeza, milhões de brasileiros estão acompanhando seu pronunciamento. Este, sem dúvida nenhuma, é um momento para a História. Chegando aqui, momentos antes de V. Exª iniciar sua manifestação, fui surpreendido por uma eleitora, que agarrou em meu braço e disse: ¿Eu preciso assistir, é um momento histórico, foi o meu primeiro voto!¿. Ela tinha, na época, 16 anos. Aquela geração, seguramente, estava na expectativa de ouvir esse outro lado, testemunhado por alguém que estava aqui ao meu lado, o ex-Deputado Roberto Jefferson, que foi solidário com V. Exª naqueles dias de massacre e posteriormente também, a ponto de hoje estarmos juntos na mesma fileira, no Partido Trabalhista Brasileiro. Eu me emocionei com a emoção do Senador Romeu Tuma, comovi-me com suas manifestações e com suas lágrimas. São lágrimas, não tenho nenhuma dúvida, que ajudam a marcar este momento importante da democracia brasileira. O Senador Collor está hoje escrevendo uma página extremamente importante da nossa história, uma página que fala de injustiça e de justiça, uma página que, não tenho dúvidas, fica marcada na história da política brasileira. Quantos estavam nessa expectativa? Confesso que eu, que sou seu companheiro de Bancada, não tive coragem de lhe perguntar, nesses dias que antecederam este momento, como seria, mas todos tínhamos uma grande expectativa. Como será o pronunciamento? Que linha o Senador Collor vai adotar? A do ódio? A da vingança? A da raiva? A da denúncia? Esses saíram frustrados, Senador Collor. V. Exª adota a linha serena de quem fez a travessia de todas essas dificuldades e amadureceu; entende a responsabilidade deste momento e oferece ao Brasil, em vez do ódio, da denúncia, da raiva, oferece o seu compromisso com a governabilidade. Isso, realmente, é admirável! É uma lição, sem dúvida nenhuma, para todos nós, uma lição política que todos estamos recebendo hoje, diante da sua sereníssima manifestação, uma manifestação que todos nós, brasileiros, queríamos ouvir. Mas, antes e acima de tudo, eu entendo, Senador Collor, que esta é uma homenagem à sua história, à sua vida e ¿ permita-me citar mais três pessoas que são absolutamente essenciais, como já manifestado por V. Exª por ocasião do ingresso no PTB ¿ à sua esposa, Caroline, que está aqui lhe assistindo, pacientemente, solidariamente. Lembro-me do seu pronunciamento, na sede do diretório, quando V. Exª dizia que havia uma pessoa responsável pela decisão da sua candidatura ao Senado. Foi ela que lhe estimulou, que lhe deu força, que lhe deu energia e que, enfim, acompanhou V. Exª nesse desafio do resgate pelas urnas, que é, seguramente, o melhor de todos os resgates, junto com a Celine e a Cecília, suas gêmeas. Imagino que, acima de tudo, este dia e esta jornada devem ser dedicados a essas três pessoas. Parabéns, companheiro Fernando Collor de Mello!

O Sr. Sérgio Zambiasi (Bloco/PTB ¿ RS) : Senador, Presidente Collor, V. Exª me permite um aparte?

O SR. FERNANDO COLLOR (Bloco/PTB ¿ AL) : V. Exª tem o aparte, Senador.

O Sr. Sérgio Zambiasi (Bloco/PTB ¿ RS): São raros, realmente muito raros, os momentos em que esta Casa pára. Na contagem do Senador Roriz, até o momento em que S. Exª, com sua emoção e veemência, manifestou-se, duas horas e trinta e quatro minutos; agora, já se vão mais de três horas, Senador Roriz, três horas e dez minutos. E não é apenas esta Casa, Senador Collor: com certeza, milhões de brasileiros estão acompanhando seu pronunciamento. Este, sem dúvida nenhuma, é um momento para a História. Chegando aqui, momentos antes de V. Exª iniciar sua manifestação, fui surpreendido por uma eleitora, que agarrou em meu braço e disse:  -Eu preciso assistir, é um momento histórico, foi o meu primeiro voto!. Ela tinha, na época, 16 anos. Aquela geração, seguramente, estava na expectativa de ouvir esse outro lado, testemunhado por alguém que estava aqui ao meu lado, o ex-Deputado Roberto Jefferson, que foi solidário com V. Exª naqueles dias de massacre e posteriormente também, a ponto de hoje estarmos juntos na mesma fileira, no Partido Trabalhista Brasileiro. Eu me emocionei com a emoção do Senador Romeu Tuma, comovi-me com suas manifestações e com suas lágrimas. São lágrimas, não tenho nenhuma dúvida, que ajudam a marcar este momento importante da democracia brasileira. O Senador Collor está hoje escrevendo uma página extremamente importante da nossa história, uma página que fala de injustiça e de justiça, uma página que, não tenho dúvidas, fica marcada na história da política brasileira. Quantos estavam nessa expectativa? Confesso que eu, que sou seu companheiro de Bancada, não tive coragem de lhe perguntar, nesses dias que antecederam este momento, como seria, mas todos tínhamos uma grande expectativa. Como será o pronunciamento? Que linha o Senador Collor vai adotar? A do ódio? A da vingança? A da raiva? A da denúncia? Esses saíram frustrados, Senador Collor. V. Exª adota a linha serena de quem fez a travessia de todas essas dificuldades e amadureceu; entende a responsabilidade deste momento e oferece ao Brasil, em vez do ódio, da denúncia, da raiva, oferece o seu compromisso com a governabilidade. Isso, realmente, é admirável! É uma lição, sem dúvida nenhuma, para todos nós, uma lição política que todos estamos recebendo hoje, diante da sua sereníssima manifestação, uma manifestação que todos nós, brasileiros, queríamos ouvir. Mas, antes e acima de tudo, eu entendo, Senador Collor, que esta é uma homenagem à sua história, à sua vida e – permita-me citar mais três pessoas que são absolutamente essenciais, como já manifestado por V. Exª por ocasião do ingresso no PTB – à sua esposa, Caroline, que está aqui lhe assistindo, pacientemente, solidariamente. Lembro-me do seu pronunciamento, na sede do diretório, quando V. Exª dizia que havia uma pessoa responsável pela decisão da sua candidatura ao Senado. Foi ela que lhe estimulou, que lhe deu força, que lhe deu energia e que, enfim, acompanhou V. Exª nesse desafio do resgate pelas urnas, que é, seguramente, o melhor de todos os resgates, junto com a Celine e a Cecília, suas gêmeas. Imagino que, acima de tudo, este dia e esta jornada devem ser dedicados a essas três pessoas. Parabéns, companheiro Fernando Collor de Mello!

Quem gosta de um e não gosta de outro, que engula e digira essas palavras como achar conveniente.

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No Limite?

Bons tempos aqueles que No Limite era No Limite mesmo, lembrando o original Castaway.
Mas em 2009, mudanças de regras a toda hora, festas (?), refrigerante, sushi, lasanha, comida a toda hora até no portal, passeio no beach park acabam com qualquer credibilidade. Uma tentativa frustada de transformá-lo num Big Brother da vida.
Talvez o pavor ocasionado na Globo pelo A Fazenda da Record, tenha metido o fraco “Zeca Tamargo” nesta fria.
A única coisa boa que lembrou os velhos tempos foram os olhos de cabra…

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Frase do século (passado)

“O futuro é vórtex”

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Quanto vale?

Pequena enquete para os leitores do ENEN. Quanto vocês pagariam pelo box de DVDs abaixo?

aj

Se me dessem R$ 1,99 mais um saco de bala eu levava.

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Frase da semana

As vezes quando você consegue o martelo ideal, o problema virou um parafuso.

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Allejo – A Lenda do Futebol Digital

Não existiu nem existirá, maior jogador de futebol digital do que a lenda ALLEJO. Simplesmente o maior craque da historia futebolística mundial, que mané Pelé, Garrincha, Maradona ou Biro-Biro, Allejo é o cara, mais de milhões de gols feitos nos consoles por este mundão afora, e o craque é nosso, vestiu a amarelinha desde 1996 e encantou os gramados com a sua técnica em primasia, com gols talentosos, divinos eu diria, bicicleta, chapéu, calcanhar, faltas que deixam Marcelinho e Roberto Carlos no chinelo, enfim, o jogador mais completo de todos os tempos.

Confiram o que diz a Desciclopédia:

Allejo a Lenda

Allejo a Lenda

Allejo é o melhor jogador que a seleção brasileira de futebol já teve. Ele participou da série International Superstar Soccer nas três primeiras edições: International Superstar Soccer,International Superstar Soccer De LuxeInternational Superstar Soccer 64 (este último, depois de raspar a cabeça, vítima de cancer, na mesma época da Camila de Laços de Família).

Hernesto Roni Allejo nasceu em Campinas, interior(e como) do estado de São Paulo, começando a jogar ainda muito cedo pelo Corínthians. Logo na estreia, marcou 12 gols de bicicleta e foi contratado pelo 15 de Novembro de Campo Bom. Agora em uma equipe maior, ele conquistaria o mundo em muito pouco tempo, sendo campeão da Libertadores e do Mundial Interclubes no mesmo dia.

Assim, chegou á Seleção Brasileira do Game International Super Star Soccer. Lá, jogando ao lado de craques como Paco, Santos e Souza, levantou muitos canecos a marcou mais de um milhão de gols, entre eles, destaca-se um contra a Argentina, onde o eterno camisa 9 chutou a bola do vestiário e ela entrou no ângulo.

Em 1998, aos 36 anos, após ser contratado por Roma, Inter de Milão, Milan, Fiorentina, Juventus e Lazio, conseguiu a proeza de ser campeão italiano pelos seis na mesma temporada.

Em 99, foi contratado pelo Valencia da Espanha, fazendo exepcional temporada, chegando até a conquistar o campeonato inglês pelo clube espanhol.

No início dos anos 2000, já velho e acabado após a invenção do Winning Eleven, ele resolveu voltar ao Corínthians porque dizia ter uma dívida com a Fiel. Lá, influenciado pela má qualidade dos seus companheiros, marcou apenas um gol, anulado pelo juiz após vergonhoso impedimento. Acabou ficando, como todo o time, na vice-lanterna da Copa João Havelange.

Irritado, e já sofrendo as consequencias do cancer de próstata, ele fugiu do Parque São Jorge em 2001, levando todas as economias do clube e foi morar com uma prostituta em Matchu Pitchu, onde teve 5 filhos (um crioulo, não se sabe porque) e reside até hoje.

Semana passada, já com 73 anos, fez um gol pelo Real Madri sem entrar em campo. É amigo de Janco Tianno, mesmo nunca tendo atuado junto dele na seleção.

Allejo. Um Deus. Um Homem

Confira aqui no ENEN o video com as jogadas históricas deste que é sim o Deus do Futebol, já que o Pelé diz que é rei, ALLEJO é o DEUS da bola.

No tempo em que vestia a camisa 7:

E aqui quando passou a usar a camisa 9 e raspou a cabeça:

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Troféu Bono Vox: Sandy

Boa noite amigos do Eu Não Entendo Nada! Voltamos ao vivo, em definitivo, para mais uma transmissão emocionante desta premiação que já contagia o Brasil! Mostra o Olodum aê!

Olodum

Tá no batuque que balança, nego
Tá no batuque que balança, ah

Passada a alegria e a descontração do momento Galvão Bueno, vamos ao que interessa, a nossa homenageada de hoje, Sandy Leah Lima. Ou Sandy Leah Lima & Lima. Não sei. Mas porque mereceria Sandy ser a vencedora desde tão insólito troféu? Ora, ora, meus amigos. Convém relembrar que o Troféu Bono Vox é dedicado sempre a alguma celebridade, que apesar da fama, sucesso e dinheiro dedica-se a causas chatas, a salvar o mundo, ou simplesmente a ter uma vida normal, ao invés de usar seu dinheiro e prestígio para ter uma vida completamente desregrada, afundada em vícios e luxúria, ou seja, totalmente afudê.

Sandy, filha de Chitãozinho e Xororó, começou sua carreira musical bem pequena, cantando sertanejo infantil (???) ao lado de seu irmão mais novo, Júnior. Na adolescência, ganhou borbotões de dinheiro, fez uma novela e um seriado na Globo, e ganhou mais borbotões de dinheiro. Então, a dupla com o irmão acaba, e uma guria bonita, cheia de dinheiro, sucesso e tempo livre faz o quê? Pega o primeiro avião pra Amsterdam? Destrói um quarto de hotel? Não. Ela faz Letras.

Letras!

Letras!

Deveria ser proibido qualquer pessoa com patrimônio superior a 50 milhões de Reais fazer Letras. Fato. Vá plantar bonsai. Mas Letras não. É um desrespeito ao aluno de Letras da Unisinos que paga 1000 por mês e vai ganhar 500 quando se formar e for trabalhar de professor no Estado.

Mas Sandy então se forma. Ah, agora graduada,  sem compromissos profissionais. Um monte de dinheiro. Agora ela vai curtir a vida. Vai alugar um carro e cruzar os Estados Unidos bêbada. Vai com as amigas gastar montanhas de dinheiro em noitadas inesquecíveis em Las Vegas. Não. Ela casa.

lucaslima

Céus!

Bom, dava pra encerrar o post por aqui. Mas vamos a um jogo rápido, com outros motivos pra Sandy merecer o troféu:

  • Pregava a virgindade e que era santinha;
  • Passou a pregar que não era mais santinha;
  • Fez uma música pra dizer que não é chata. Isto é uma confissão natural de chatisse;
  • Sandy Lima casou com Lucas Lima. Ohn, que combinandinhuuuu.
  • Na noite de núpcias o marido fez um post em seu blog dizendo que tava tudo legal. Mas que coisa;
  • Sandy nua pelada na Playboy é algo que nunca acontecerá:

Sandy nua pelada na Playboy

Sandy nua pelada na Playboy

Por esses e outros motivos, Sandy Lima Lima ganha o nosso Troféu Bono Vox de hoje!

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Filmes do final de semana…

Atendendo a inúmeros pedidos, vou voltar a comentar os filmes que assisti no findi. E acho que hoje, até farei uma utilidade pública…

Corrida MortalCorrida Mortal: Uma mistura de “Velozes & Furiosos” – com ênfase no “Furiosos” –  e “Condenação Brutal”. É com o Jason Statham, aquela cara que fez uns dezoito ”Carga Explosiva”. Alias o personagem dele é bem ninja, como nos outros filmes dele. Mas devo dizer que é um filme divertido. Bem violento, mas divertido. O cara é condenado injustamente e mandado para uma prisão onde os prisioneiros realizam corridas no melhor estilo Mad Max, onde quem viver pode um dia, quem sabe, se tudo der certo, sair da prisão. É igual a muitos filmes de ação, mas ao mesmo tempo é bem diferente. Acho que vale a pena assitir. Dou uma nota 7,5.

Missão BabilôniaMissão Babilônia: De cara já vou avisar: NÃO ASSISTAM ESTA BUCHA!!! Pobre Vin Diesel. Quando ele surgiu como o Toretto em “Velozes & Furiosos” parecia que seriam o novo fortão da vez, mas além de não ser um grande ator, embarca numa furada atrás da outra. Este é um dos filmes mais sem noção que já assisti. E olha que eu assisto filmes B, C… E de alguns eu até gosto!! Neste, a história não tem pé nem cabeça, os efeitos são fracos e as cenas de ação são muito forçadas. Faz o “Triplo X” parecer real… Novamente o filme é daqueles que se passa em um futuro-apocalíptico-pós-guerra em que o Diesel deve escoltar uma menina (totalmente crazy e chata!!) do leste europeu até Nova York. Eu até poderia comentar o final do filme, mas ele é tão chato que quando tu se da conta, o filme acabou. Nota 2! E só não é 0 pq eu quero dar um crédito ao Vin Diesel.

Por hora é isto.

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CPI Update: Investigações em andamento

Só para avisar que as investigações da CPI sobre o RetroSorteio do ENEN estão em andamento, e logo, logo, teremos importantes revelações…

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Frase da semana

Nem sempre os profissionais são os melhores. Um amador construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.

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