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	<title>Eu Não Entendo Nada &#187; política</title>
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	<description>Um blog sobre nada que entendamos</description>
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		<title>Band e Boris Casoy vencem ação judicial após comentário sobre garis.</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 15:20:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Régis Bortoli</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Extamente como o MK disse, saiu agora no terra:
A Justiça concedeu vitória à Band e Boris Casoy na ação indenizatória aberta contra a emissora e o jornalista. A disputa judicial foi iniciada após o jornalista esbravejar contra os limpadores de ruas. &#8220;Que m&#8230; Dois lixeiros desejando felicidades do alto das suas vassouras. Dois lixeiros! O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Extamente como o MK disse, saiu agora no terra:</p></blockquote>
<p>A Justiça concedeu vitória à Band e Boris Casoy na ação indenizatória aberta contra a emissora e o jornalista. A disputa judicial foi iniciada após o jornalista esbravejar contra os limpadores de ruas. &#8220;Que m&#8230; Dois lixeiros desejando felicidades do alto das suas vassouras. Dois lixeiros! O mais baixo da escala do trabalho&#8221;, disse o apresentador do Jornal da Band no dia 31 de dezembro. As informações são da coluna Outro Canal, do jornal Folha de S.Paulo.<br />
O áudio foi ao ar devido à uma falha técnica da equipe de sonoplastia. Enquanto a vinheta do noticiário rodava, anunciando o intervalo comercial, as falas de Casoy vazaram ao vivo, gerando o constrangimento.</p>
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		<title>Boris e a hipocrisia socialista dos lixeiro-lovers</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 23:13:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mk</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Boris Casoy cometeu o incometível: falou a verdade em rede nacional e está sendo execrado por isso. Para os desatentos, em um vazamento de áudio, Boris disse sobre a imagem de dois lixeiros desejando feliz ano novo:
Que merda, dois lixeiros desejando feliz ano novo do alto de suas vassouras&#8230; O mais baixo na escala do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Boris Casoy cometeu o incometível: falou a verdade em rede nacional e está sendo execrado por isso. Para os desatentos, em um vazamento de áudio, Boris disse sobre a imagem de dois lixeiros desejando feliz ano novo:</p>
<blockquote><p>Que merda, dois lixeiros desejando feliz ano novo do alto de suas vassouras&#8230; O mais baixo na escala do trabalho&#8230;</p></blockquote>
<p>Pronto, aí a patrulha do politicamente correto socialista caiu em cima. Falaram que era um absurdo, falaram que o trabalho dos garis é importantíssimo, falaram que ele é a cara da mídia burguesa, que ele tem ódio de classe, seja lá o que for exatamente isso. As esquerdas todas (a festiva, a militante, a histérica, a lulista, a ambientalista) aproveitaram a deixa pra pedir a cabeça do apresentador, identificado por elas como um homem de direita.</p>
<p>Acontece que os garis são realmente o ponto mais baixo da escala do trabalho (as más línguas sugerem os advogados, mas é discutível), afinal, nenhuma criança sonha em ser gari quando crescer, e &#8220;eu fico com a resposta das crianças&#8221;. Limpar as ruas é um trabalho difícil, pesado, executado sob o calor insano do sol tropical. Ninguém quer fazer. Quem tem uma qualificação um pouquinho melhor vai procurar um trabalho melhor.</p>
<p>A maioria das críticas feitas ao Boris faz uso do raciocínio de classes, que ignora a individualidade do ser humano e trata as pessoas como bois numa canga. Ninguém sabe quem é o cara que limpa a sua rua, mas &#8220;o trabalho dos garis é fundamental&#8221;. Esse é o tipo de atitude de quem chama a empregada doméstica com o irritante eufemismo &#8220;secretária&#8221;. A verdade é a seguinte: o fato de as ruas precisarem ser limpas não torna o trabalho de um gari qualquer mais importante que uma nota de 3 reais, até porque tão logo tenha oportunidade ou qualificação melhores, ele vai deixar esse trabalho.</p>
<p>Boris pediu desculpas no dia seguinte. Uma associação de garis de algum lugar não gostou, e disse que ele foi &#8220;muito formal&#8221;. Queriam o quê, que o cara chorasse?</p>
<p>PS: Já tinha escrito tudo isso quando achei <a href="http://blogs.band.com.br/barbaragancia/index.php/2010/01/05/rubens-ricupero-revisitado/" target="_blank">esse texto</a> da jornalista Barbara Gancia dizendo quase a mesma coisa, com termos mais precisos.</p>
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		<title>Collor</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 03:21:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mk</dc:creator>
				<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Collor]]></category>
		<category><![CDATA[Zambiasi]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu gosto do Collor. Além de ele ter acabado com a política internacional mais idiota do século 20, a reserva de mercado, ele ainda tomou uma atitude no campo da política econômica que é tão tiro-no-pé que nenhum político teria coragem de fazer, e por isso tendo a acreditar que tinha gente no governo que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu gosto do Collor. Além de ele ter acabado com a política internacional mais idiota do século 20, a reserva de mercado, ele ainda tomou uma atitude no campo da política econômica que é tão tiro-no-pé que nenhum político teria coragem de fazer, e por isso tendo a acreditar que tinha gente no governo que acreditava sinceramente naquela coisa toda da poupança. ALGUÉM QUERIA RESOLVER O PROBLEMA DA INFLAÇÃO, MESMO COM AS PIORES IDÉIAS. O governo anterior só fez congelar preços, indexar salários e carimbar zeros nas notas.</p>
<p>O cara é corajoso.</p>
<p>Mas muita gente não gosta dele. E para os que não gostam, segue aí o discurso de recepção do Senador Sérgio Zambiasi, futuro provável Governador do RS, quando Collor voltou à vida política nacional e assumiu a cadeira no senado em 2007.</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 89px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O Sr. Sérgio Zambiasi (Bloco/PTB ¿ RS) ¿ Senador, Presidente Collor, V. Exª me permite um aparte?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 89px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O SR. FERNANDO COLLOR (Bloco/PTB ¿ AL) ¿ V. Exª tem o aparte, Senador.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 89px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O Sr. Sérgio Zambiasi (Bloco/PTB ¿ RS) ¿ São raros, realmente muito raros, os momentos em que esta Casa pára. Na contagem do Senador Roriz, até o momento em que S. Exª, com sua emoção e veemência, manifestou-se, duas horas e trinta e quatro minutos; agora, já se vão mais de três horas, Senador Roriz, três horas e dez minutos. E não é apenas esta Casa, Senador Collor: com certeza, milhões de brasileiros estão acompanhando seu pronunciamento. Este, sem dúvida nenhuma, é um momento para a História. Chegando aqui, momentos antes de V. Exª iniciar sua manifestação, fui surpreendido por uma eleitora, que agarrou em meu braço e disse: ¿Eu preciso assistir, é um momento histórico, foi o meu primeiro voto!¿. Ela tinha, na época, 16 anos. Aquela geração, seguramente, estava na expectativa de ouvir esse outro lado, testemunhado por alguém que estava aqui ao meu lado, o ex-Deputado Roberto Jefferson, que foi solidário com V. Exª naqueles dias de massacre e posteriormente também, a ponto de hoje estarmos juntos na mesma fileira, no Partido Trabalhista Brasileiro. Eu me emocionei com a emoção do Senador Romeu Tuma, comovi-me com suas manifestações e com suas lágrimas. São lágrimas, não tenho nenhuma dúvida, que ajudam a marcar este momento importante da democracia brasileira. O Senador Collor está hoje escrevendo uma página extremamente importante da nossa história, uma página que fala de injustiça e de justiça, uma página que, não tenho dúvidas, fica marcada na história da política brasileira. Quantos estavam nessa expectativa? Confesso que eu, que sou seu companheiro de Bancada, não tive coragem de lhe perguntar, nesses dias que antecederam este momento, como seria, mas todos tínhamos uma grande expectativa. Como será o pronunciamento? Que linha o Senador Collor vai adotar? A do ódio? A da vingança? A da raiva? A da denúncia? Esses saíram frustrados, Senador Collor. V. Exª adota a linha serena de quem fez a travessia de todas essas dificuldades e amadureceu; entende a responsabilidade deste momento e oferece ao Brasil, em vez do ódio, da denúncia, da raiva, oferece o seu compromisso com a governabilidade. Isso, realmente, é admirável! É uma lição, sem dúvida nenhuma, para todos nós, uma lição política que todos estamos recebendo hoje, diante da sua sereníssima manifestação, uma manifestação que todos nós, brasileiros, queríamos ouvir. Mas, antes e acima de tudo, eu entendo, Senador Collor, que esta é uma homenagem à sua história, à sua vida e ¿ permita-me citar mais três pessoas que são absolutamente essenciais, como já manifestado por V. Exª por ocasião do ingresso no PTB ¿ à sua esposa, Caroline, que está aqui lhe assistindo, pacientemente, solidariamente. Lembro-me do seu pronunciamento, na sede do diretório, quando V. Exª dizia que havia uma pessoa responsável pela decisão da sua candidatura ao Senado. Foi ela que lhe estimulou, que lhe deu força, que lhe deu energia e que, enfim, acompanhou V. Exª nesse desafio do resgate pelas urnas, que é, seguramente, o melhor de todos os resgates, junto com a Celine e a Cecília, suas gêmeas. Imagino que, acima de tudo, este dia e esta jornada devem ser dedicados a essas três pessoas. Parabéns, companheiro Fernando Collor de Mello!</div>
<p><strong>O Sr. Sérgio Zambiasi (Bloco/PTB ¿ RS)</strong> : Senador, Presidente Collor, V. Exª me permite um aparte?</p>
<p><strong>O SR. FERNANDO COLLOR (Bloco/PTB ¿ AL) :</strong> V. Exª tem o aparte, Senador.</p>
<p><strong>O Sr. Sérgio Zambiasi (Bloco/PTB ¿ RS):</strong> São raros, realmente muito raros, os momentos em que esta Casa pára. Na contagem do Senador Roriz, até o momento em que S. Exª, com sua emoção e veemência, manifestou-se, duas horas e trinta e quatro minutos; agora, já se vão mais de três horas, Senador Roriz, três horas e dez minutos. E não é apenas esta Casa, Senador Collor: com certeza, milhões de brasileiros estão acompanhando seu pronunciamento. Este, sem dúvida nenhuma, é um momento para a História. Chegando aqui, momentos antes de V. Exª iniciar sua manifestação, fui surpreendido por uma eleitora, que agarrou em meu braço e disse:  -Eu preciso assistir, é um momento histórico, foi o meu primeiro voto!. Ela tinha, na época, 16 anos. Aquela geração, seguramente, estava na expectativa de ouvir esse outro lado, testemunhado por alguém que estava aqui ao meu lado, o ex-Deputado Roberto Jefferson, que foi solidário com V. Exª naqueles dias de massacre e posteriormente também, a ponto de hoje estarmos juntos na mesma fileira, no Partido Trabalhista Brasileiro. Eu me emocionei com a emoção do Senador Romeu Tuma, comovi-me com suas manifestações e com suas lágrimas. São lágrimas, não tenho nenhuma dúvida, que ajudam a marcar este momento importante da democracia brasileira. O Senador Collor está hoje escrevendo uma página extremamente importante da nossa história, uma página que fala de injustiça e de justiça, uma página que, não tenho dúvidas, fica marcada na história da política brasileira. Quantos estavam nessa expectativa? Confesso que eu, que sou seu companheiro de Bancada, não tive coragem de lhe perguntar, nesses dias que antecederam este momento, como seria, mas todos tínhamos uma grande expectativa. Como será o pronunciamento? Que linha o Senador Collor vai adotar? A do ódio? A da vingança? A da raiva? A da denúncia? Esses saíram frustrados, Senador Collor. V. Exª adota a linha serena de quem fez a travessia de todas essas dificuldades e amadureceu; entende a responsabilidade deste momento e oferece ao Brasil, em vez do ódio, da denúncia, da raiva, oferece o seu compromisso com a governabilidade. Isso, realmente, é admirável! É uma lição, sem dúvida nenhuma, para todos nós, uma lição política que todos estamos recebendo hoje, diante da sua sereníssima manifestação, uma manifestação que todos nós, brasileiros, queríamos ouvir. Mas, antes e acima de tudo, eu entendo, Senador Collor, que esta é uma homenagem à sua história, à sua vida e &#8211; permita-me citar mais três pessoas que são absolutamente essenciais, como já manifestado por V. Exª por ocasião do ingresso no PTB &#8211; à sua esposa, Caroline, que está aqui lhe assistindo, pacientemente, solidariamente. Lembro-me do seu pronunciamento, na sede do diretório, quando V. Exª dizia que havia uma pessoa responsável pela decisão da sua candidatura ao Senado. Foi ela que lhe estimulou, que lhe deu força, que lhe deu energia e que, enfim, acompanhou V. Exª nesse desafio do resgate pelas urnas, que é, seguramente, o melhor de todos os resgates, junto com a Celine e a Cecília, suas gêmeas. Imagino que, acima de tudo, este dia e esta jornada devem ser dedicados a essas três pessoas. Parabéns, companheiro Fernando Collor de Mello!</p>
<p>Quem gosta de um e não gosta de outro, que engula e digira essas palavras como achar conveniente.</p>
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		<title>Leis e direitos</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 14:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>felipe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O artigo 5º da constituição: &#8220;TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI, SEM DISTINÇÃO DE QUALQUER NATUREZA&#8221;.
Ótimo. Perfeito. Não fossem as desigualdades judiciais que tem os políticos e juízes, a segunda parte da frase seria cumprida.
Agora eu pergunto: -Não é inconstitucional o tratamento dado aos parlamentares e juízes?
Se é, podem prendê-los.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O artigo 5º da constituição: &#8220;TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI, SEM DISTINÇÃO DE QUALQUER NATUREZA&#8221;.</p>
<p>Ótimo. Perfeito. Não fossem as desigualdades judiciais que tem os políticos e juízes, a segunda parte da frase seria cumprida.<br />
Agora eu pergunto: -Não é inconstitucional o tratamento dado aos parlamentares e juízes?<br />
Se é, podem prendê-los.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ariosto, o ingênuo</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 17:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mk</dc:creator>
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O camarada à esquerda da Governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, é Ariosto Culau. Ariosto é Secretário do Planejamento do RS. Nesta foto, ele está participando de uma entrevista coletiva sobre o caso do Detran-RS, onde um golpe desviou mais de R$ 40 milhões do erário público. A entrevista era para anunciar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.eunaoentendonada.com.br/wp-content/uploads/2008/04/culau.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-10" title="Culau na coletiva" src="http://www.eunaoentendonada.com.br/wp-content/uploads/2008/04/culau.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: left;">O camarada à esquerda da Governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, é Ariosto Culau. Ariosto é Secretário do Planejamento do RS. Nesta foto, ele está participando de uma entrevista coletiva sobre o caso do Detran-RS, onde um golpe desviou mais de R$ 40 milhões do erário público. A entrevista era para anunciar a quebra de contratos com uma das fundações que terceirizava o serviço do Detran, e repassava pra empresas que lucravam com a operação, superfaturando os preços dos serviços como aulas e testes de direção. Uma dessas empresas é a tal de Newmark, que ao que tudo indica, pertence ao empresário Lair Ferst, uma figura de relevância e contatos na política gaúcha. Lair Ferst e sua galerinha estão sendo devidamente investigados por uma CPI e pela Polícia Federal.</p>
<p style="text-align: left;">Pois bem. Após conceder a coletiva, Ariosto, um técnico relativamente respeitado e com histórico de funcionário concursado no Ministério do Planejamento saiu e foi pra casa curtir a noite e assistir o Pampa Show? Não! Ele foi tomar um choppinho no shopping. (É cacofônico, mas é real. Aliás, chopp em shopping é algo que não dá pra aguentar. Não dá pra fumar.)</p>
<p style="text-align: left;">Voltando, eu dizia que Ariosto foi tomar um birinaite no Shopping Total. E graças ao seu grandioso senso de oportunidade, sua aguçada visão política e seu nobre coração, Ariosto foi levantar copos com ninguém mais, ninguém menos que Lair Ferst.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.eunaoentendonada.com.br/wp-content/uploads/2008/04/lair.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11" title="Lair e Ariosto" src="http://www.eunaoentendonada.com.br/wp-content/uploads/2008/04/lair-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Segundo a Zero Hora:</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Ariosto contou que encontrou-se ao acaso com o indiciado e que teria  permanecido cerca de 40 minutos conversando com ele. O  secretário assumiu o erro do encontro:</p>
<p>— Admito a minha ingenuidade política. Eu não tenho nada a esconder. Só negaria a minha amizade se tivesse algo a esconder — frisou.&#8221;</p>
<p style="text-align: left;">Ariosto, isso não é ingenuidade, isso é burrice.</p>
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