Viajando no tempo com Hollywood

Bem, antes que aconteça algum mal entendido, estou falando da cidade de Hollywood e não do cigarro. Ao contrário do Johnny, os demais editores deste blog não aprovam esta droga lícita… (Humm, isto daria um bom post…)

Hollywood

Lá na terra do cinema (sigo falando de Hollywood e não de Gramado…), os estúdios conseguiram fazer uma coisa que quase todos nós temos curiosidade de fazer: viagens no tempo. Vários filmes mostram este feito de várias formas e propósitos. Abaixo vou fazer um resumo dos que eu assisti.

O Exterminador do FuturoO Exterminador do Futuro: Talvez uma das viagens  mais clássicas, mas de entendimento mais complexo. As máquinas mandam uma máquina no passado para matar a mãe de um cara que não nasceu que no futuro será o maior adversário das máquinas. Para complicar, o cara que viaja para defender a mulher será o pai do guri. Nas sequencias dos filmes as máquinas tentaram matar o próprio guri e até a mulher dele. A pergunta que fica é o que teria acontecido com as máquinas, e com A Resistência, se a missão do primeiro Terminator tivesse dado certo. Uma realidade paralela? Deixariam de existir? Bem, acho muito bem bolada esta “tetralogia” e com certeza ela recebe nota 10 no quesito viagem no tempo.

De Volta Para o FuturoDe Volta pro Futuro: Esta divertida história do herói juvenil Marty McFly conta a criação de uma máquina do tempo por um doutor doidão. O herói volta no tempo e quase compromete a sua própria existência ao atrapalhar o relacionamentos dos seus pais. É o primeiro filme que mostra (dos que eu assisti, é claro…) os efeitos colaterias de viagens no tempo. Como o futuro distorcido por alterar coisas no passado. Senão tivesse forçado (?!?) tanto a barra no terceiro filme, ficaria com nota maior, mas ganha um 9 em viagens no tempo.

O Som do TrovãoO Som do Trovão: Uma idéia ótima, um conceito ótimo e um filme bucha! Cientistas desenvolvem uma máquina que volta em um ponto bem específico do tempo, para que milhonários ricos e endinheirados possam matar um dinossauro que, pra fazer sentido toda história, já morreria por causas naturais. O segredo é que os caras que fazem esta viagem não podem trazer nada do passado. Claro que um zé faz algo que acaba trazendo muita desgraça pro futuro, afetando até a evolução das espécies. A história é boa, mas o filme é tão fraco que não merece mais que um 6.

Em breve eu vou postar as minhas avaliações sobre Déjà Vu, A Máquina do Tempo e Timecop.

Dica: Este post faz mais sentido se lido ontem…

Sobre Guga

Gustavo Beretta é formado em Ciências da Computação, que graças a Deus, jamais exerceu tal profissão. Trabalha como consultor de gestão empresarial em sua própria empresa, a Stratiá Tecnoloia & Consultoria. Vai tentar escrever neste blog sobre os assuntos inúteis que, ele acha que, conhece ou sobre os úteis que, quase com certeza, não tem a menor idéia...
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Uma resposta a Viajando no tempo com Hollywood

  1. mk disse:

    Apenas como observação, o cigarro chama-se Oliú, apesar da grafia incorreta no pacote indicar o contrário.

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