Com o advento dos telefones celulares, o mais simpático personagem da paisagem urbana brasileira está em vias de desaparecer. Trata-se do orelhão, vulgo telefone público. Quem nunca brigou desesperadamente contra um orelhão com volume baixo, ou não aproveitou infindáveis horas de papo em um aparelho engasgado de fichas, ou que não descontava os créditos do cartão… Eu sinceramente não lembro qual foi a última vez que utilizei um orelhão. Na Finlândia, eles já acabaram. E aqui não vão deixar saudades.

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