Todo ano é a mesma coisa: eu sempre perco os arquivos da declaração e do recibo do ano anterior, fico completamente atrapalhado, entrego uma em branco na última hora e depois corro atrás para retificar. As obrigações burocráticas da cidadania, em geral, são chatíssimas, ainda mais pra alguém como eu, cujo paradigma de organização pessoal é praticamente nulo. Além disso, sou naturalmente resistente ao protocolo social sou-adulto-logo-responsável-e-corro-de-pochete-no-parcão, o que provoca a natural hojeriza ao papelismo (mesmo digital) demasiado.

Enfim, estão vindo por aí dois meses de matérias diárias no Jornal Nacional sobre o assunto, lembrando insistentemente a data limite que você, certamente, vai esquecer.
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